O mais heroico dos resultados do Grêmio no ano. Uma vitória contra a arbitragem e uma desvantagem numérica.
O jogo deu-se em dois lances e uma constante:
Aos 30, Kléber é expulso direto pelo árbitro. Já tinha amarelo sem nem participar de lance algum. Ao concluir bola em gol, o juiz interpretou que ele levantou demais o pé (talvez levando perigo demais ao gol do Botafogo) e preferiu expulsar.
Aos 37, o Grêmio guerreiro conseguiu o gol. Riveros inverteu com Telles e chegou ao fundo no lado esquerdo do ataque, encontrou Telles entrando no bico da área que dominou e mandou a bola para o fundo da rede em um golaço.
A constante é que o Botafogo pressionou o Grêmio de forma insistentes, tendo domínio de 3/4 do campo, mas chegando com raras chances claras pela eficiência defensivo do Grêmio em campo.
Individualmente:
Dida - Muito bem. Uma defesa difícil ao menos em lance com desvio.
Werley - Razoável para uma volta depois de longa parada.
Rhodolfo - Como sempre, muito bem.
Bressan - Muita competência em sua função. Estabilizou-se.
Pará - Correu demais. Foi um dos poucos escapes do time na 2ª etapa.
Souza - Muito bem. Anulou Seedorf.
Ramiro - Incansável, duplicou-se para compensar a ausência de Kléber.
Riveros - Atuação razoável. Uma boa assistência.
Alex Telles - Muito bem durante o jogo e responsável maior pela vitória.
Kléber - Não teve inteligência e permitiu-se expulsar.
Barcos - Bem, considerando a forma como o jogo se desenhou.
Os substitutos:
Adriano (Ramiro) - Entrou e cumpriu a função. Deve seguir na equipe pelas suspensões de Ramiro e ausência do selecionado Riveros.
Lucas Coelho (Barcos) - Teve só 10 minutos, mas conseguiu cumprir a função.
Wendell (Riveros) - Tocou na bola somente uma vez.
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