Estamos eliminados outra vez. A impressão que o torcedor sentiu quando Vargas mandou pra longe as esperanças do Grêmio aos 48 do 2º tempo é de que nunca mais iremos erguer uma Taça. Nessas horas cogitamos se alguma mandinga forte foi lançada sobre nosso Grêmio: Desde 2007 alternamos anos ímpares de eliminações na Libertadores e anos pares de classificações, sem levantamento de taças.
A novela se repete na Colômbia e nos últimos momentos da partida, o Grêmio cedeu para o adversário. Aos 34, Medina ingressou na área a dribles e marcou o gol único da partida.
Longe de ter uma atuação ruim, talvez um pouco nervosa e sem ousadia, o Grêmio não conseguiu fazer prevalecer a vantagem do 1º jogo. Lembrando que era uma vantagem relativa, considerando o gol adversário, originado de uma bobagem do zagueiro Cris.
Individualmente:
Dida - Salvou o time em uma cabeceada.
Pará - Jogador aguerrido, mas muito preso à marcação.
Bressan - Bem.
Werley - Não foi bem, com falha no início do 2º tempo.
André Santos - Razoável.
Fernando - Muitos erros.
Souza - Razoável.
Elano - Nada criou, só marcou. Para isso, seria melhor ter colocado alguém que efetivamente marcasse.
Zé Roberto - Parece que lhe falta algo. Olho de tigre, talvez. Saiu de campo com uma aceitação passiva, tal qual sua atuação.
Vargas - Não leva sorte. Não pode perder aquele gol aos 48.
Barcos - Lutou isolado.
Os substitutos:
Kléber (Elano) - Sem tempo.
Welliton (Barcos) - Sem tempo.
Marco Antônio (Fernando) - Sem tempo.
O Grêmio foi eliminado em 90 minutos em que não foi mal, ainda mais comparando às demais partidas que disputou pela competição continental. Mas a realidade é que o futebol do Grêmio este ano sequer teria sido suficiente para um Campeonato Gaúcho, caso tivesse disputado a valer.
Aguardaremos as consequências desta derrota no decorrer da semana. O investimento era alto. O bolso do torcedor ainda dói. O resultado pífio obtido no 1º semestre não pode ficar impune.
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